Fabíola Lebre

All posts by
ProNobis

“Colecção de Amantes” no Teatro Nacional D. Maria II – Setembro 2015

 

11954837_486008111566336_3829959926071071619_n

 

Colecção de Amantes é sobre encontros. Raquel André é uma colecionadora de intimidades ficcionadas. Marca encontros com desconhecidos em apartamentos desconhecidos e durante uma hora ficciona uma intimidade de quem se conhece há vários anos. Entre o Rio de Janeiro e Lisboa já soma mais de quarenta, e a colecção quer-se infinita… Até à estreia do espetáculo em Lisboa colecionará mais novos amantes que serão elenco protagonista do espetáculo, através do registo fotográfico destas sessões. Raquel, a colecionadora obsessiva, guarda estas pessoas como objetos raros de uma coleção peculiar – a catalogação do efémero. Cria um espetáculo com narrativas reais e ficcionadas do que esta coleção pode significar e projetar – porque, afinal, o que se procura quando se encontra alguém?

 

11 – 20 SET 2015 – SALA ESTÚDIO no TNDMII
4.ª 19h30
5.ª a sáb. 21h30
dom. 16h30
conceito e direção Raquel André
criação e espaço cénico Raquel André e Bernardo de Almeida
com Raquel André
música Noiserv
figurino António Pedro Lopes
desenho de luz Rui Monteiro
sonoplastia Tiago Martins
produção Fabíola Lebre
imagem do projeto Gui Garrido
residência artística Festival Walk&Talk – Açores
apoio/parceria LARGO Residências, ZDB, BV90
coprodução TNDM II, TEMPO_FESTIVAL (BR)

 

Bilhetes à venda aqui:

http://tndm.bol.pt/Comprar/Bilhetes/28369-colecao_de_amantes_ciclo_recem_nascidos-teatro_nacional_d_mariaii/

 

Página de facebook:

https://www.facebook.com/coleccaodeamantes?ref=hl

 

ProNobis

“Mãe com Açúcar” de Rita Cruz – Auditório Lourdes Norberto

As nossas queridas cooperadoras Rita Cruz e Tânia Alves vão estrear o espectáculo “Mãe Com Açúcar” no dia 2 de Setembro.

Um espectáculo que fala de afectos entre avós e netos, de estórias transmitidas de geração em geração, de casamentos de 50 anos e do Manuel Bulhosa, o homem mais rico de Portugal.

 

“MÃE COM AÇÚCAR” de RITA CRUZ

No AUDITÓRIO MUNICIPAL LOURDES NORBERTO
DE 2 A 10 DE SETEMBRO

2 e 10 de setembro às 21h30
3, 8 e 9 de Setembro às 16h

RESERVAS: 915 096 365 | reservas.electrico@gmail.com

Duração aproximada: 60 minutos

Auditório Municipal Lourdes Norberto-Largo Da Pirâmide, 3 N Linda-a -Velha
Encenação RITA CRUZ
Com TÂNIA ALVES
Assistência de Encenação JOSÉ LEITE
Figurinos e Adereços CRIAÇÃO COLECTIVA
Caracterização CIDÁLIA ESPADINHA
Fotografia ALÍPIO PADILHA
Design PEDRO FROIS MENESES
Vídeo FRESCO PRODUÇÕES
Luz EL DUPLO
Comunicação MAFALDA SIMÕES
Assistência de Produção RAFAEL GOMES

Co-Produção TEATRO DO ELÉCTRICO E CINETEATRO LOULETANO

M/12

ProNobis

Diário Económico

No passado dia 3 de Junho 2015 a Pro-Nobis foi notícia no Diário Económico – Cooperativa trabalha no regime de trabalhadores por conta de outrem e quer oferecer uma solução alternativa no sector artístico.

 

card_michelle_chan_030615

“Nascida há pouco mais de um ano, a Pro Nobis quer ser uma alternativa aos ‘recibos verdes’ no sector artístico e permitir que estes profissionais descontem como trabalhadores dependentes. “Esta cooperativa trabalha apenas no regime de trabalhadores por conta de outrem”, explica Michelle Chan, da direcção da Pro Nobis.
Embora a taxa de desconto para a Segurança Social (33,3%) seja superior à prevista para trabalhadores independentes (29,6%) e a base de incidência também seja diferente, Michelle Chan garante que há vantagens neste regime. “A poupança tem a ver com a possibilidade de deduzir despesas da actividade profissional”, diz.

Ao rendimento mensal do trabalhador é deduzido, primeiro, o valor da taxa administrativa que o cooperador tem de pagar para custos fixos (actualmente 6%, mas ajustável anualmente) e depois as despesas da actividade profissional (por exemplo, utensílios de trabalho ou refeições). “Só depois chegamos ao valor” sujeito a descontos para Segurança Social e IRS, diz Michelle Chan. Além disso, na Pro Nobis as remunerações não são fixas e podem até ser inexistentes em algumas alturas do ano.

Nesses meses, “declaramos à Segurança Social que o cooperador recebeu zero e não tem nada a pagar”, continua. Ainda assim, a fundadora da Pro Nobis admite que a poupança depende das situações.

Concluído o serviço, é a Pro Nobis que entrega a factura ao cliente do trabalhador. O pagamento é feito pelo cliente à Pro Nobis e depois é a cooperativa que paga o salário aos cooperadores. Teatro Nacional D. Maria II ou Companhia Olga Roriz são dois dos clientes identificados no site da cooperativa.

A Pro Nobis, com cerca de 150 cooperadores, está voltada para os sectores do espectáculo, audiovisual, jornalismo, literatura, artes visuais e artes plásticas. Áreas onde “se verifica um abuso da figura do recibo verde”, diz a fundadora. Além disso, “há muita gente endividada e penhorada”, constata ainda. Mas a partir do momento “em que as pessoas entram” na cooperativa, “deixam de acumular dívida, porque quando recebem o seu rendimento líquido, já a Pro Nobis fez a retenção da Segurança Social e entrega todos os meses ao Estado”, refere. E em caso de penhora, o regime também é menos penalizador, assegura Michelle Chan. Além disso, os cooperadores podem aceder a prestações sociais destinadas a trabalhadores dependentes, caso os descontos o justifiquem, continua.

O Diário Económico questionou os ministérios das Finanças e da Segurança Social sobre esta cooperativa mas não obteve resposta.”

Diário Económico – Artigo Pro-Nobis